Segunda-feira tem dica de leitura (larga um pouco o celular)

Segunda-feira é o dia mundial do recomeço (para quem trabalha e faz tudo certo de seg-sex mas deixa tudo pra lá no final de semana). Também é o dia em que prometemos começar um hábito ou continuar aquele projeto que precisa ser finalizado. Não é à toa que seja um dia tão hostilizado! 

Aproveitando a onda de promessas e overdose de determinação, quero indicar um livro toda segunda-feira aqui no Travessias. Lê quem quiser e tiver tempo, quem não gostar apenas segue em frente. Se você tiver algum livro pra me indicar também, fique à vontade!

Hoje vou falar de um livro que estou terminando de ler. É uma espécie de transcrição da conversa entre os autores Leandro Karnal e Monja Cohen. A leitura é muito fácil, saborosa e nos convida a uma reflexão que não dói, mas que nos desperta. Tópicos como Cultura de Violência e Medo, Disciplina libertadora, Coerção e Consenso, Tolerância e Limite são abordados pelos autores, dois grandes estudiosos sobre a história da humanidade em suas áreas de atuação.

O título “O Inferno somos nós”  brinca com a icônica e irônica frase de Jean Paul Sartre ‘O inferno são os outros’ (para conhecer um pouco esse filósofo clique aqui). A obra versa sobre a possibilidade de se produzir uma atitude menos agressiva e mais acolhedora a partir do momento em que o conhecimento de si e do outro substituem a cultura do medo e do preconceito.

Duas potências abordando a possível travessia do ódio à cultura de paz, Leandro é historiador e Monja Cohen é fundadora da comunidade Zen-budista do Brasil. Você não precisa ser budista ou professor de História pra se aventurar nessa obra, ela dá a impressão de que foi feita justamente pra quem não é especialista nesses temas. Aliás tanto Karnal quanto Monja Cohen se tornaram populares pela linguagem acessível e versátil que adotam em suas palestras e obras. Boa leitura!

3 thoughts on “Segunda-feira tem dica de leitura (larga um pouco o celular)

  1. Tenho uma sugestão de leitura subversiva com um pouquinho de “fuleragi”: “Pornopopéia”.
    É chibata no balde, parente. OSS!
    Boa semana!

  2. Esse jeito de falar é plágio. Sou cópia, da cópia, da cópia, da cópia, da cópia, da cópia, da cópia, da cópia. Uma verdadeira esponja. Merece até um haikai:

    Na repografia
    multiplico
    cópia, da cópia

    Autor desconhecido.
    NAMASTE EM CAPS!

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